Museu virtual é um espaço virtual de mediação e de relação do património com seus usuários. É um museu paralelo e complementar, que privilegia a comunicação como forma de envolver e dar a conhecer determinado património. Nesse sentido, os museus virtuais são aqueles que trabalham o património por meio de acções museológicas. Um museu virtual que sempre despertou a meu interesse é o Museu Calouste Gulbenkian, um espaço com uma história, arte moderna e um espaço apelativo.

Museu Calouste Gulbenkian
O Museu Calouste Gulbenkian situa-se na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa. A sua colecção é composta por aproximadamente seis mil peças de arte antiga e moderna, das quais apenas mil e trinta se encontram expostas ao público.
O museu abriu as suas portas em Outubro de 1969, dando seguimento às disposições testamentárias de Calouste Sarkis Gulbenkian, industrial de origem arménia, fixado em Portugal em meados do século XX, e que ao longo da sua vida reuniu uma vasta colecção de arte. O edifício onde se situa o museu, situado no Parque de Santa Gertrudes, foi da autoria de Alberto Pessoa, Pedro Cid e Ruy de Athouguia.
As peças da exposição permanente encontram-se expostas de forma a constituir dois circuitos independentes. O primeiro é dedicado à Arte Oriental e Clássica, com peças de arte egípcia, greco-romana, arte islâmica, arte da China e arte do Japão.

O outro circuito é dedicado à Arte Europeia, com peças cronologicamente situadas num período que se inicia no século XI e termina no século XX. Este circuito possui núcleos dedicados à arte do livro, artes decorativas, escultura e pintura.
Fundação Calouste Gulbenkian
A Fundação Calouste Gulbenkian foi criada com a herança de Calouste Gulbenkian. Após a sua morte, em 1955, legou os seus bens ao país sob a forma de uma fundação. Esta apoia muitas actividades culturais e possui uma orquestra, bibliotecas, um coro, salas de espectáculos e dois museus (arte antiga e contemporânea) com cerca de seis mil peças no seu acervo.
Fundação Calouste Gulbenkian
A Fundação Calouste Gulbenkian foi criada com a herança de Calouste Gulbenkian. Após a sua morte, em 1955, legou os seus bens ao país sob a forma de uma fundação. Esta apoia muitas actividades culturais e possui uma orquestra, bibliotecas, um coro, salas de espectáculos e dois museus (arte antiga e contemporânea) com cerca de seis mil peças no seu acervo.

Calouste Gulbenkian foi um amante da arte, e homem de raro e sensível gosto, além de reunir uma extraordinária colecção de arte, principalmente europeia e asiática, de mais de seis milhares de peças.
Foi desejo de Gulbenkian que a colecção que reuniu ao longo da vida ficasse exposta num mesmo local. Assim é, em Lisboa, desde Junho de 1960. Em 1969 é inaugurado o espaço onde se encontra o edifício-sede da Fundação, que inclui o Museu onde se encontra esta colecção permanente. Em 1983, foi inaugurado o Centro de Arte Moderna, o qual passou, desde 1993, a ser designado como Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, em homenagem ao primeiro presidente da Fundação.
Para além do museu, que exibe parte da colecção de Arte Moderna e Contemporânea, o centro dispõe de uma galeria de exposições temporárias, de uma sala polivalente e de espaços para as actividades do Sector Educativo do Centro Fundação desenvolve uma vasta actividade em Portugal e no estrangeiro, através de actividades directas, subsídios e bolsas.
Dispõe de uma Orquestra e de um Coro que actuam ao longo do ano no âmbito de uma temporada regular; realiza exposições individuais e colectivas de artistas portugueses e estrangeiros; promove conferências internacionais, colóquios, cursos; distribui subsídios e concede bolsas de estudo para especializações e doutoramentos em Portugal e no estrangeiro; apoia programas e projectos de natureza científica, educacional e artística; desenvolve uma intensa actividade editorial, sobretudo através do seu plano de edições de manuais universitários; promove e estimula projectos de ajuda ao desenvolvimento com os países africanos de língua portuguesa e Timor-Leste; promove a cultura portuguesa no estrangeiro; desenvolve um programa de preservação dos testemunhos da presença portuguesa no mundo; e apoia as comunidades da diáspora arménia.

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