sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Novas Formas de Lazer

Danças de salão

A dança social ou dança de salão é praticada por casais, em reuniões sociais e surgiu na Europa, na época do Renascimento. Pelo menos desde os séculos XV e XVI, tornou-se uma forma de lazer muito apreciada, tanto nos salões dos palácios da nobreza, como entre o povo em geral. É chamada de social por ser praticada por pessoas comuns, em festas de confraternização, propiciando o estreitamento de relações sociais de amizade, de romance, de parentesco e outras. De salão, porque requer salas amplas para os dançarinos fazerem livremente as suas evoluções e porque foi através da sua prática nos salões das cortes reais europeias que este tipo de dança foi valorizado e levado para as colónias da América, Ásia e África, sendo divulgado pelo mundo todo e transformando-se num divertimento muito popular entre diversos povos.
Pode-se dizer que a dança de salão é toda a dança social, ou seja, que se dança a dois. Os mais variados ritmos são englobados pela dança de salão.
A dança de salão é, além de uma forma de lazer e descontracção, é uma actividade física indicada tanto para jovens, quanto para pessoas mais velhas, pois ao dançar, é trabalhada a capacidade aeróbia, as funções cardiovasculares e respiratórias, a flexibilidade, entre outras

Devido à riqueza de ritmos, as danças de salão podem ser classificadas como latinas ou clássicas. São danças de salão latinas:- Samba – surgiu no Rio de Janeiro, com base na cultura africana, em ritmos como o lundu, samba e pernadas de capoeira.- Rumba – surgiu em Cuba, levada pelos escravos contrabandeados para aquele país.- Merengue – é a dança tradicional da república Dominicana, embora seja popular em outros países da América Central, como por exemplo, Haiti e Costa Rica, América do Sul, Colômbia e Venezuela.- Cha-cha-cha – ligado ao mambo, é originário na Rumba. Surgiu em Cuba.- Passo - doble – surgiu na Espanha, tem grande semelhança com o One-Step. São danças de salão clássicas:- Tango – surgiu nos bordéis da Argentina- Valsa Vienense – surgiu na Áustria.- Valsa Inglesa – uma variação mais lenta da valsa vienense.- Slow Fox – surgiu em Nova York, com base em outro ritmo, o Foxtrot é considerado uma das danças mais difíceis.- Quickstep – surgiu nos Estados Unidos, com base no Foxtrot. É mais rápida e fácil que o Slow Fox.


No entanto a Valsa Vienense é a minha favorita, elegante e de leve expressão é considerada a primeira dança de salão oficial, foi apresentada ao mundo em Viena, Áustria, no ano 1776. Curiosamente, uma das danças mais elegantes de todos os tempos teve a sua origem nas danças tradicionais dos camponeses austríacos.

Com algumas adaptações, o folclore camponês tão popular na Áustria e no sul da Alemanha, entra pelos salões de dança como um furacão e é imediatamente aceite pela alta sociedade vienense. A Valsa e o seu sucesso seguiram para França, e depois para Espanha e Portugal. Os portugueses, por sua vez, levaram a Valsa na bagagem da sua corte, quando embarcaram no Brasil em 1808. E assim correu mundo, sendo apresentada aos americanos, em Boston, no ano 1834, onde não foi tão bem recebida.
Ao contrário das danças existentes até então – onde o par dançava separado ou com os braços esticados e as mãos pousadas nos ombros um dos outros – a Valsa implicava um contacto físico muito próximo e, por incrível que pareça, foi desde logo baptizada de, dança proibida, e apontada como uma dança vulgar, Este sentimento era ainda partilhado pelo povo inglês, na Europa, onde a aceitação da Valsa foi igualmente lenta.
Em meados de século XIX, a Valsa estava na moda e praticava-se em todo o mundo, sem excepção, a Valsa acabou por ser destronada como a dança proibida e vulgar, esse rótulo foi atribuída ao sensual Tango da Argentina.
Apesar da popularidade inicial da Valsa ter sido confrontada com alguma resistência, a mais conhecida dança de salão de sempre sobreviveu a todas as críticas, mostrando o seu valor nas melhores pistas de dança do mundo. Com o passar dos anos serviu como base para a criação de outras danças, e tem ainda diversas variações.

Roteiro Cultural de Mangualde

Mangualde diz-me muito, terra dos meus pais, é também um lugar da minha infância, onde passava as férias de varão com os meus avós, primos, tios e muitos amigos da terra e imigrantes fora dela. Com a passagem dos anos comecei a ver Mangualde pelo seu lado cultural e histórico.
Situado num planalto fértil entre os rios Dão e Mondego e fronteiriço às serras da Estrela e do Caramulo, Mangualde tem uma história muito antiga, como provam os vestígios do período neolítico encontrados na zona, nomeadamente a anta da Cunha Baixa, terra da minha mãe, que data de 3150 a 2750 a.C.


A Anta de Cunha Baixa é um monumento megalítico, situado em Cunha Baixa, concelho de Mangualde, distrito de Viseu. Está implantado numa área de vale aberto próximo do Rio Castelo, entre as aldeias de Cunha Baixa e Espinho. Monumento megalítico de câmara e corredor datado entre 3000 e 2500 a.C. A câmara é poligonal com nove esteios e uma cobertura. O corredor é longo com oito esteios de cada lado e cobertura. Trata-se de um exemplar de enterramento colectivo
Ao longo dos séculos, por aqui se fixaram romanos, mouros e, depois, muitos representantes da aristocracia portuguesa, que ergueram na região belos solares e palácios.O mais notável é o Palácio dos Condes da Anadia, do século XVIII, que constitui o principal monumento de Mangualde e é considerado a casa senhorial mais sumptuosa da Beira, tendo sido classificado como monumento nacional.










Na agora cidade, são também dignos de interesse a Torre do Relógio Velho, de origem medieval, a Igreja da Misericórdia do século XVIII, com um interior riquíssimo e Igreja Matriz de São Julião fundada nos séculos XIII-XIV, além do Santuário de Nossa Senhora do Castelo, com uma pequena capela construída no século XV para recordar a batalha travada em Trancoso contra Espanha; o santuário ergue-se no local de uma antiga mesquita e oferece uma soberba vista panorâmica sobre toda a região circundante. No artesanato, o visitante encontra peças de olaria, tapetes (estilo Arraiolos) e os conhecidos bordados de Tibaldinho, de motivos típicos e singelos.

As Termas de Alcafache são um pequeno paraíso protegido da poluição e do stress das cidades num ambiente 100% ecológico onde nos mais de 20.000 m2, o corpo e o espírito aqui repousam e recuperam a forma na sombra tranquila dos extensos pinhais que embelezam esta jóia Termal do concelho de Viseu.
A funcionar desde 1962, o balneário das Termas Sulfurosas de Alcafache tem sofrido um constante processo de crescimento e evolução, procurando oferecer maior qualidade e conforto. Estrutura turística: unidades hoteleiras, programas de animação, música. Indicações terapêuticas: afecções das vias respiratórias, afecções reumáticas e músculo-esqueléticas.
As Termas Sulfurosas de Alcafache têm um lugar de destaque na história dos cuidados de saúde da população. Os Romanos banhavam-se nestas águas segundo a tradição popular. Durante vários séculos, os habitantes desta região Alcafache, guardaram o segredo das suas propriedades curativas com receio de sofrerem invasões e de serem privados dessa riqueza.
As águas sulfúreas, hiper termais e mineralizadas nestas termas, são umas das mais ricas e quentes de Portugal (50ºC) sendo estas captadas de 75 a 150 metros de profundidade, e dessa forma garantem a pureza bacteriológica e físico-química da água.
Em complemento das suas actividades regulares, organizam, ainda, em colaboração com a Região de Turismo Dão - Lafões um extenso conjunto de animações culturais que inclui a exibição de grupos de folclore etnográficos de danças e cantares. Vale a pena uma visita se não pelo o corpo então para aliviar o stress do dia a dia.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Museu Virtual

Museu virtual é um espaço virtual de mediação e de relação do património com seus usuários. É um museu paralelo e complementar, que privilegia a comunicação como forma de envolver e dar a conhecer determinado património. Nesse sentido, os museus virtuais são aqueles que trabalham o património por meio de acções museológicas. Um museu virtual que sempre despertou a meu interesse é o Museu Calouste Gulbenkian, um espaço com uma história, arte moderna e um espaço apelativo.












Museu Calouste Gulbenkian







O Museu Calouste Gulbenkian situa-se na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa. A sua colecção é composta por aproximadamente seis mil peças de arte antiga e moderna, das quais apenas mil e trinta se encontram expostas ao público.
O museu abriu as suas portas em Outubro de 1969, dando seguimento às disposições testamentárias de Calouste Sarkis Gulbenkian, industrial de origem arménia, fixado em Portugal em meados do século XX, e que ao longo da sua vida reuniu uma vasta colecção de arte. O edifício onde se situa o museu, situado no Parque de Santa Gertrudes, foi da autoria de Alberto Pessoa, Pedro Cid e Ruy de Athouguia.
As peças da exposição permanente encontram-se expostas de forma a constituir dois circuitos independentes. O primeiro é dedicado à Arte Oriental e Clássica, com peças de arte egípcia, greco-romana, arte islâmica, arte da China e arte do Japão.









O outro circuito é dedicado à Arte Europeia, com peças cronologicamente situadas num período que se inicia no século XI e termina no século XX. Este circuito possui núcleos dedicados à arte do livro, artes decorativas, escultura e pintura.
Fundação Calouste Gulbenkian

A Fundação Calouste Gulbenkian foi criada com a herança de Calouste Gulbenkian. Após a sua morte, em 1955, legou os seus bens ao país sob a forma de uma fundação. Esta apoia muitas actividades culturais e possui uma orquestra, bibliotecas, um coro, salas de espectáculos e dois museus (arte antiga e contemporânea) com cerca de seis mil peças no seu acervo.



Calouste Gulbenkian

Calouste Gulbenkian foi um amante da arte, e homem de raro e sensível gosto, além de reunir uma extraordinária colecção de arte, principalmente europeia e asiática, de mais de seis milhares de peças.
Foi desejo de Gulbenkian que a colecção que reuniu ao longo da vida ficasse exposta num mesmo local. Assim é, em Lisboa, desde Junho de 1960. Em 1969 é inaugurado o espaço onde se encontra o edifício-sede da Fundação, que inclui o Museu onde se encontra esta colecção permanente. Em 1983, foi inaugurado o Centro de Arte Moderna, o qual passou, desde 1993, a ser designado como Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, em homenagem ao primeiro presidente da Fundação.
Para além do museu, que exibe parte da colecção de Arte Moderna e Contemporânea, o centro dispõe de uma galeria de exposições temporárias, de uma sala polivalente e de espaços para as actividades do Sector Educativo do Centro Fundação desenvolve uma vasta actividade em Portugal e no estrangeiro, através de actividades directas, subsídios e bolsas.
Dispõe de uma Orquestra e de um Coro que actuam ao longo do ano no âmbito de uma temporada regular; realiza exposições individuais e colectivas de artistas portugueses e estrangeiros; promove conferências internacionais, colóquios, cursos; distribui subsídios e concede bolsas de estudo para especializações e doutoramentos em Portugal e no estrangeiro; apoia programas e projectos de natureza científica, educacional e artística; desenvolve uma intensa actividade editorial, sobretudo através do seu plano de edições de manuais universitários; promove e estimula projectos de ajuda ao desenvolvimento com os países africanos de língua portuguesa e Timor-Leste; promove a cultura portuguesa no estrangeiro; desenvolve um programa de preservação dos testemunhos da presença portuguesa no mundo; e apoia as comunidades da diáspora arménia.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Arte Digital: Fotoshop e Painter


Software: Photoshop & Painter

Há dois programas básicos, o Photoshop e Corel Painter. O Photoshop é o mais popular, está na boca de todo mundo, mas o Painter é um verdadeiro estúdio de pintura, faz a simulação com realidade os diversos tipos de pincéis, aguarelas e tintas a óleo. Além de possuir efeitos e filtros muito úteis.Mas o Photoshop não faz por menos. Qual deles é o melhor? Depende da aplicação e não há como definir qual é o melhor, ambos são muito bons, tanto que eles podem trabalhar em conjunto.
Onde publicar a pintura digital?o deviantART é a melhor comunidade da internet. Depois de criar um username pode colocar quantas pinturas digitais quiser, adicionar artistas, fazer amigos, trocar informações e ainda aventurar-se a vender as tuas pinturas digitais, além de outras experiências muito interessantes para um artista. Vale a pena obter mais informação se ainda não conheceres e queres divulgar os teus trabalhos.
Foi lançada a 7 de Agosto de 2000 por Jarkoff e Stephens. Ângelo Sotira é o actual director da deviantART Incorporated. DeviantART é uma comunidade virtual on-line artística onde artistas de todo o mundo podem conhecer, divulgar, compartilhar e vender os seus trabalhos e os de outros. A missão do deviantART é dar oportunidade a qualquer artista de ver, exibir e discutir os trabalhos artísticos dele e de outros. O site consiste de mais de sete milhões de utilizadores e mais de 62 milhões de contribuições e recebe aproximadamente 80 000 contribuições por dia, sendo o maior site artístico e a melhor forma de procurar inspiração, informação, boas obras de arte e a possibilidade de obter lucro apenas com as tuas habilidades artísticas. A comunidade divulga desde a fotografia digital, arte clássica, tradicional e contemporânea a desenhos a Mão, entre tantas outras expressões artísticas. Para promover vários campos artísticos e estabelecer grandes intercâmbios culturais, onde se estabelecem contactos entre todos os tipos de artistas a nível mundial.
O site está em constante estado de crescimento, e mais e mais é acrescentado ao site para melhorá-lo. No passado, uma revista chamada devMAG era publicada, mas este projecto terminou. O deviantART esta na sua 6ª edição actualmente.


Arte Digital


Arte digital ou Arte de computador é aquela produzida em ambiente gráfico computorizado. Utilizando processos digitais e virtuais. Inclui experiências com net arte, web arte, e video e arte. Tem o objectivo de dar vida virtual ás coisas e mostrar que a arte não é feita só à mão. Existem diversas categorias de arte digital tais como pintura digital, gravura digital, programas de modelação 3D, fotografias e imagens, animação, entre outros. Os resultados podem ser apreciados em impressões em papéis especiais ou no próprio ambiente gráfico do computador. Vários artistas usam estas técnicas. Ao contrário dos meios tradicionais, o trabalho é produzido por meios digitais. A apreciação da obra de arte pode ser feita nos ambientes digitais ou em médias tradicionais. Existem diversas comunidades virtuais voltadas à divulgação da Arte Digital, entre elas, deviantART e CGsociety.

Pintura digital
Pintura digital ou ilustração digital, trata-se de trabalhos utilizando programas específicos para edição de imagem que simulam a pintura em óleo sobre tela. Muito embora existam possibilidades de aguarelas e baixo-relevo. É uma técnica de ilustração ou pintura que ao invés de utilizar meios tradicionais utiliza um meio digitalizado, ou seja um computador.
A pintura digital provavelmente começou com o software SuperPaint em 1972, que foi o primeiro programa a possuir um sistema de anti-alias. Este tipo de ilustração foi rapidamente utilizado pela publicidade e por os criadores de jogos de vídeo, devido à versatilidade desta técnica. Hoje em dia é muito utilizada como conceito de arte para filmes, jogos e para desenhar objectos. É uma forma de expressão artística diferenciada da pintura tradicional por usar o computador como ferramenta, através de programas específicos.
Trocar o cheiro das tintas e o domínio dos pincéis para fazer arte através do computador, perante um ecrã em branco e recorrer a programas de software e algoritmos, é uma técnica que pode ser feita de duas formas, em um plano de fundo direito ou utilizando camadas que é um modo mais fácil. No final do trabalho cada pessoa terminará a sua obra de uma forma diferente, pois com esta técnica não se utiliza filtros ou algum tipo de padrão. Cada pessoa utilizará as ferramentas como achar mais adequada para o seu trabalho. As escolhas das cores os modos de usar as ferramentas, tudo influência o trabalho.
A arte digital ou melhor a pintura digital, no meu entender é muito fresco e interessante, na medida em que se pode usar a imaginação e pintar sem os pincéis ou o cheiro das tintas, que pode incomodar algumas pessoas. Eu gosto muito de pinturas a óleo mas confesso que não gosto muito do cheiro das tintas. As paisagens e as pinturas de animais parecem ser tão reais, e acho que as cores na pintura digital são mais diversificadas do que nas pinturas a óleo que por vezes parecem ser sempre as mesmas cores e tons. Admiro estes artistas pela imaginação, talento e trabalho.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Cozinha Italiana Tiramisú

Cozinha italiana Tiramisú


Eu faço quase sempre uma grande variedade de sobremesas, até porque colocar só uma na mesa significa que não à escolha, e cada um tem o seu gosto e preferências. Uma que não pode faltar num almoço italiano é o Tiramisú, tipicamente italiano, feito com o queijo mascarpone.
O Mascarpone é uma variedade de queijo originário da região da Lombardia, na Itália. Apresenta massa de consistência muito cremosa, obtida através de uma mistura de leite de vaca, alimentada com uma ração especial de ervas e flores, e uma solução de ácido tartárico. O queijo originou-se, aparentemente, na área entre Lodi e Abbiategrasso, no Oeste e no Sul de Milão, provavelmente, no final do século XVI ou início do século XVII.
Originalmente, era produzido no Outono e no Inverno, para o consumo imediato. Geralmente, o queijo é vendido logo ao término do processo de fabricação e deve ser consumido imediatamente. Se refrigerado, pode durar aproximadamente uma semana. O queijo é tipo natas, mas mais consistente, e sabe a queijo. Hoje é encontrado facilmente em grandes supermercados ou em lojas que vendam queijos e vinhos.


Tiramisú




Ingredientes
500 g de quiejo mascarpone
4 ovos
150 g de açúcar
5 colheres de rum ou brandy
4 chávenas de pequenas de café
24 biscoitos de champanhe
3 colheres de sopa de cacau amargo em pó

Numa tigela, coloque as gemas dos ovos, junte o açúcar e bata até ficar como um creme. Incorpore, pouco a pouco, o queijo mascarpone, misturando bem com uma colher de pau, para evitar que se formem grumes.
Bata as claras em castelo, juntar ao creme 4 colheres de rum ou brandy, e incorpore delicadamente as claras.
Deite num prato fundo o café e misture-o com o resto do rum ou brandy, molhe os biscoitos no café, um a um, dos dois lados.
Forre o fundo de um tabuleiro rectangular com os biscoitos e cubra com metade do creme, cubra-os com outra camada dos biscoitos, e termine com o restante creme, nivelando com a colher de pau. Polvilhe a superfície da sobremesa com cacau em pó.
Reserve no frigorifico até ao momento de servir. Pelo menos 2 horas.

Cozinha Italina Salada César


Cozinha Italiana Salada César


Uma salada para acompanhar uma refeição italiana ou não é uma Salada César. Eu como muitas vezes esta salada como uma refeição em si. No verão especialmente é muito agradável.


Salada César



Ingredientes
225 g bacon, picado
4 Fatias de pão, picado
Molho de Tempero
90 Ml óleo vegetal
30 Ml vinagre
15 Ml azeite
15 Ml sumo de limão
5 Ml de sal
1 Pitada de açúcar
1 Pitada de pimenta
1 Pitada mostarda em pó
1 Gota de molho inglês
5 Ml salsa
3 Dentes de alho, picado
1 Ovo
2 Pés de alface romana
180 Ml queijo parmesão, ralado
125 Ml salsa, picada
3 Ovos cozidos em quatro


Numa frigideira, salteie o bacon em lume médio até estar crespo. Escorra e reserve. Na gordura do bacon, frite o pão picado. Reserve.
Numa tigela grande, misture os ingredientes do tempero, misture bem com uma colher de pau. Reserve num frasco de vidro.
Cortar a alface em juliana, ou a gosto, coloque numa tigela de salada. Regue com o tempero. Salpique com o queijo parmesão. Junte o bacon e o pão frito. Guarneça com a salsa picada, e os ovos. Mexa. Sirva.

Cozinha Italiana Escalopes de Vitela à Florentina


Cozinha Italiana Escalopes de Vitela à Florentina


Outro acompanhamento para o Risotto, visto que faço sempre dois um de peixe e um de carne, é a Vitela, um ingrediente que se usa neste prato é o queijo mozzarela que já é bem conhecido visto que é utilizado em vários pratos.
Variedade de queijo de origem italiana , e é um queijo de massa filada. Uma receita tradicional com uso exclusivo de leite de búfala, o que faz um queijo em forma de bolas conservadas em soro, sendo branca e bem macia. Na Itália, apenas este tipo de queijo é reconhecido oficialmente como mozzarela. São produzidas, em média, 33 mil toneladas deste queijo por ano em território italiano.


Escalopes de Vitela à Florentina



Ingredientes
170g espinafres, talos removidos
90ml manteiga
1 Lata de tomate pelados 415g
2 Dentes de alho picados
60ml de vinho branco
60ml água
15ml de concentrado de tomate
2ml de açúcar
4ml sal
1ml de pimenta
60ml de farinha
4 Escalopes de vitela (115g)
15ml de azeite
4 Fatias de queijo mozzarella, 30g cada
Mergulhar os espinafres em água com sal. Cortar os espinafres em juliene. Colocar os espinafres numa frigideira, só com a água das folhas, tape e deixe cozer até tenros, mexendo ocasionalmente, mais ou menos 4 minutos. Adicione 30 ml de manteiga e mexa sem tapar. Remova os espinafres da frigideira e reserve.
Esmage os tomates num passador para uma tijela, descartar as sementes. Aquecer numa frigideira média 30 ml de manteiga sobre lume médio. Adicione o alho, refouge 30 segundos. Adicione os tomates, o vinho, 60 ml de água, o concentrado de tomate, açucar, 2 ml de sal 0,5 ml de pimenta. Quando tudo estiver a ferver, reduza o lume para brando, cozinhe sem tapar, mexer ocasionalmente, 10 minutos. Reserve.
Misturar a farinha, 1 ml sal e 0,5 ml de pimenta e colocar num prato. Passar cada escalope no preparado, nos dois lados. Aqueçer o azeite e 30 ml manteiga numa frigideira grande em lume médio colocar os escalopes de vitela na frigideira com o azeite e cozinhar virando uma só vez, 2 a 3 minutos de cada lado. Remover a gordura em excesso. Colocar por cima dos escalopes os espinafres, dividindo por igual, depois colocar uma fatia de queijo mozzarella por cima.
Verter para cima da vitela o preparado de tomate não cobrindo por inteiro, para deixar o queijo destapado. Levantar os escalopes ligeiramente para que o tomate fique por de baixo. Cozinhe sem tampa 2 a 3 minutos, até o preparado ferver, reduzir o lume para muito baixo, tapar e deixar cozinhar por 8 minutos. Servir quente.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Cozinha Italiana Peixe à Milanesa

Um bom acompanhante para o Risotto é o peixe à Milanesa. Pode-se utilizar uma variedade de peixe, como linguado, pescada, tamboril ou haddock. Eu prefiro filetes de haddock, frescas, mas já se encontram congelados e de boa qualidade.


Peixe à Milanesa

Ingredientes:

80 Ml + 30 ml de azeite
30 Ml de sumo de limão
2 Ml de sal
Pimenta q.b.
1 Cebola pequena, picada
450 g de filetes de Haddock, 4 a 8 filetes
2 Ovos
15 Ml de leite
180 Ml pão ralado
125 Ml farinha
60 Ml + 30 ml de manteiga
1 Dente de alho picado
15 Ml salsa picada
1 Limão em quatro


Numa taça pequena junte 80 ml de azeite, sumo de limão, sal e pimenta, misture bem. Adicione a cebola. Coloque a marinada numa caçarola de ir ao forno. Depois de limpos, coloque os filetes na marinada, bem cobertos. Coloque no frigorífico, virando ocasionalmente os filetes, por 1 hora.
Misture os ovos e o leite numa tigela funda e grande. Coloque pão ralado num prato e a farinha noutro. Secar bem os filetes com papel de toalha. Passar cada filete, primeiro, na farinha, depois, nos ovos e, por último, no pão ralado. Colocar em cima de papel de cozinha, no frigorífico mais 15 minutos.
Aquecer numa frigideira 30 ml de manteiga e o restante do azeite, sobre lume médio. Quando a espuma desaparecer, colocar o peixe na frigideira e cozinhar até alourar, 2 a 3 minutos por cada lado. Derreter o resto da manteiga (60ml) num tacho pequeno, em lume médio. Adicionar o alho. Cozinhar 1 a 2 minutos adicionar a salsa. Verter o preparado por cima do peixe, decorar o prato com os bocados de limão.

Cozinha Italiana Risotto à Milanesa

A receita que se segue é um prato de acompanhamento de quase tudo, peixe, carne, vegetais salteados, enfim, é um prato tipicamente italiano. É Risotto à Milanesa.
Um condimento que salta à vista e que é muito usado em pratos variados, mas deve ser usado com moderação. Apesar de fazer muito bem à saúde, há estômagos mais sensíveis do que outros ao açafrão. O açafrão é uma planta que transformada em pó, tem uma cor amarelo forte e é utilizado como corante, tempero culinário e medicamento.
A origem do açafrão é o Oriente, no entanto os italianos afirmam que o açafrão tem origens europeias. Tem um sabor levemente amargo, mas agradável, para quem gosta, e é muito utilizado em Itália.
O Risotto à Milanesa é a minha próxima proposta, fácil de confeccionar e é um bom acompanhamento para todos os pratos. No entanto, os italianos servem-no mais como acompanhante de carne vermelha grelhada ou carne branca, como frango ou peru. Mas eu, pessoalmente, gosto dele com tudo.

Risotto à Milanesa


Ingredientes:
875 ml até 1l de caldo de galinha
105 ml de manteiga
1 Cebola grande picada
375 ml de risotto ou arroz
125 ml de vinho branco
1 ml de açafrão em pó
60 ml queijo parmesão ralado


Aquecer o caldo de galinha em lume médio. Entretanto, derreter 90 ml de manteiga numa frigideira de 2,5 l, em lume médio. Quando a espuma desaparecer, adicione a cebola, e refogue por 5 minutos. Adicione o risotto, mexer constantemente até cozido, 2 minutos. Adicione o vinho, sal e pimenta. Cozinhe, sem tampo, em lume médio alto, mexendo ocasionalmente, até o vinho vaporar, por 3 a 5 minutos

Misture 125 ml de caldo de galinha no risotto, baixando o lume, para manter a fervura suavemente. Cozinhe sem tampa, mexe-lo frequentemente até o caldo ser absorvido pelo risotto. Repetir o mesmo método anterior, adicionando 125 ml de caldo de galinha sempre que o caldo anterior tenha sido absorvido, até ter utilizado 500 ml do caldo de galinha. Entretanto dissolver o açafrão com 125 ml de caldo de galinha, adicionar ao risotto e deixar absorver o preparado. Continuar a adicionar o restante caldo 125 ml de cada vez e cozinhe até o risotto ter um aspecto cremoso. Pode não precisar de todo o caldo de galinha. No total, este risotto demora uns 20 minutos a ser preparado.


Colocar o risotto numa travessa e envolver o resto da manteiga 15 ml e polvilhar com o queijo parmesão.

domingo, 20 de julho de 2008

Cozinha Italiana Esparguete à Marinara


Depois das entradas e das sopas, vêm os pratos principais para juntar à boa disposição, em geral dos meus convidados. Normalmente, faço vários pratos visto que num almoço de mais de 10 pessoas, há vários gostos para considerar. Massa, arroz, peixe e carne, assim, há sempre algum prato que agrada a alguém. Assim, com tanta variedade faço poucas porções de cada, para evitar excesso de comida desnecessária.
Os pratos que eu vou preparar para este almoço entre amigos são simples, fáceis de confeccionar e do agrado, em geral, espero eu. Esparguete à Marinara è a primeira proposta. Quase todos gostam de massa de uma variedade ou outra.
Um condimento que eu acho importante na cozinha, e que eu utilizo muito é o manjericão. É energicamente poderoso, deve entrar em toda a alimentação em casa. Complementa qualquer prato. Nasceu na Índia, mas chegou à Europa no século XII, mas ganhou fama no Mediterrâneo. Mas os italianos, os genoveses, acreditam que o manjericão com o melhor aroma é nativo da sua terra onde a brisa do seu mar dá um toque especial.

Esparguete à Marinara





Ingredientes
8 ostras frescas, limpas abertas e escorridas
225g de chalotas picadas
6 Filetes de anchovas picadas
80ml cebola picada
30ml azeite
1 dente de alho
125ml vinho branco
Água
5 Tomates frescos maduros, descascados e picados, sem sementes
15ml de concentrado de tomate
4ml de manjericão picado
2ml de orégãos picados
0,5ml de pimenta
450g de camarão médios, limpos e cortados aos bocados
45ml de salsa picada

Limpar as ostras, deitar fora a casca e reservar o licor. Juntar as chalotas e as anchovas.
Numa frigideira, de 3l, aqueça o azeite e refogue as cebolas até alourar, por 4 minutos. Em lume média-alta, adicione alho, refogue mais 30 segundos. Junte o vinho, cozinhe até ele evaporar por completo, por 4 a 5 minutos. Remova do lume.
Cozinhe o esparguete em água com sal numa panela, por 8 a 12 minutos, até estar “Al. Dente”, Escorrer bem.
Enquanto o esparguete está a cozinhar, junte os tomates, licor das ostras, o concentrado de tomate, manjericão, sal, orégãos e pimenta, no preparado de cebola e alho. Cozinhe sem tapar, mexer ocasionalmente, até o molho estar bem grosso, por 20 minutos. Misture o camarão, chalotas e ostras. Cozinhe mais 2 a 3 minutos tapados. Adicione a salsa e envolva o esparguete. Sirva bem quente.

Nota: Polvilhe com queijo parmesão a gosto.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Cozinha Italiana Crostini


Cozinha Italiana


A cozinha italiana sendo vasta e rica em produtos naturais e de fácil confecção, sempre foi motivo do meu interesse. Já há vários anos que invisto na cozinha italiana. Quem não gosta de massa, arroz, queijo, molhos variados, para todos os gostos? Tendo estas bases a cozinha italiana tem tudo para agradar ao cozinheiro, neste caso, á cozinheira, que sou eu, e aos meus convidados.
Eu, frequentemente, tenho grandes almoços em minha casa, não pela quantidade de comida ou de pessoas, mas porque o convívio com os amigos e a família em volta da minha mesa é, para mim, um grande evento.
Para qualquer almoço ou jantar não dispenso as entradas, de preferência, cheias de tradição italiana. As entradas, além de abrirem o apetite para qualquer refeição, são também uma excelente oportunidade de conversar com os nossos convidados sobre variadíssimos assuntos e criar laços ainda maiores de amizade.
Uma das minhas entradas favoritas pelo prazer que dá em comer e porque as variedades são tantas que quase nunca se repetem, são os Crostini. Os Crostini são uma inspiração italiana, com coberturas variadas, bons para receber os amigos e família em ambiente de festa. Os Crostini autênticos devem ser feitos com pão italiano, mas podem ser feitos com qualquer pão crocante de miolo macio. Eu em particular como gosto muito de queijo, e tem sempre um grande sucesso á mesa, utilizo muito, nas minhas entradas, incluído nos Crostini, apesar de haver uma variedade enorme de receitas disponíveis, eu utilizo muito o queijo Parmesão.
Quando cozinho, ou melhor, antes de iniciar qualquer prato, gosto de saber a sua origem e como o produto é criado. A origem do queijo Parmesão é no Vale de Rio Pó, uma das mais tradicionais na fabricação de queijos, grande centro financeiro, industrial e da moda, passando pelo Vale do Rio Pó, chegamos a Veneza. O queijo Parmesão tem uma textura e um sabor fortes. Na Itália, o queijo é conhecido como Grana, Pamagiano-Regiano, ou Grana Padano e é maturado de um a três anos, quando se torna macio e quebradiço. No período da maturação os queijos devem ser virados a cada três dias, nas primeiras semanas e a cada sete dias, durante o resto da cura, o que, na minha opinião, lhe dá um paladar salgado e excelente como aperitivo ou nas minhas receitas da cozinha tradicional italiana.

Cozinha Italiana


Eu já falei sobre a importância do convívio com os meus convidados, mas não é só isso que me faz interessar pela cozinha, principalmente a italiana, é o aroma dos alimentos a flutuar pela minha cozinha que me dá grande inspiração. Eu escolhi os Crostini como exemplo de uma entrada porque são muito fáceis de confeccionar e facilmente ingeridos. Eu vou citar aqui uma das minhas receitas favoritas. Claro está, nesta receita básica, pode-se adicionar ou tirar qualquer ingrediente e substitui-lo por outro de mais agrado para cada um.

Crostini
















Ingredientes:
12 Fatias de pão branco
5 Colheres de sopa de manteiga (75 ml)
2 Colheres de sopa de farinha (30 ml)
125 Ml de leite
85 g de cogumelos cortados aos bocados muito finos
6 Colheres de sopa de queijo
2 Colheres de sopa de queijo parmesão ralado (90 ml)
2 Colheres de sopa de paté de anchovas (10 ml)
1 Ml de sal
Pimenta q.b.
Azeitonas verdes e pretas cortadas ao meio
Pimentos verdes e amarelos cortados em juliana

1. Ligar previamente o forno a 180ºC. Fazer pequenos círculos nas fatias de pão branco com um cortador cilíndrico de cozinha, com a medida de 5cm. Derreter três colheres de sopa (45 ml) de manteiga num tacho pequeno. Com um pincel de culinária, pincelar os dois lados dos círculos do pão com a manteiga derretida. Levar ao forno em travessa própria até obter um aspecto torrado, mais ou menos 5 a 6 minutos em cada lado. Tirar do forno e deixar arrefecer. Não desligar o forno, mas aumentar a temperatura até 200ºC.
2. Derreter a restante manteiga, 2 colheres de sopa (30ml) num tacho pequeno. Depois, misturar a farinha e cozinhar em lume brando, mexendo constantemente. Verter o leite para o cozinhado, mexendo constantemente até obter uma cobertura grossa, pelo menos, 1 minuto. Depois verter a cobertura para um recipiente redondo grande e misturar com os cogumelos, 3 colheres de queijo parmesão (45 ml), o paté de anchovas, sal e pimenta q.b.
3. Com uma colher de chá pequena espalhar em cada rodela de pão (entretanto arrefecida) a cobertura de cogumelos. Depois, polvilhar em cada as restantes 3 colheres de sopa (45 ml) de queijo parmesão. Decorar com as metades de azeitonas verdes e pretas e as tiras de juliana dos pimentos verdes e amarelos, a gosto. Voltar a colocar no forno, entretanto aquecido a 220ºC, numa travessa para forno até obter uma cor acastanhada, 5 a 7 minutos. Servir, de preferência, quentes, mas também são uma delícia fria.

Esta é apenas uma das minhas receitas italianas que gosto muito de apresentar aos meus convidados, mas há muitas mais. Espero que quem ler esta receita goste tanto da cozinha como eu e que tente fazer, mas não desista logo á primeira. A cozinha requer um amor, mas, mais importante, quer uma certa teimosia da nossa parte, porque nem tudo corre bem à primeira. E, depois, é o prazer que dá a comer. Mais propriamente, com a família e amigos.




Cozinha Italiana


Uma vez que as entradas de Crostini, e outras, porque eu faço sempre três entradas diferentes, estão na mesa, eu posso relaxar e conversar com os meus convidados. No entanto, o resto da refeição já está preparado e, no devido tempo será servida. À mesa, segundo a minha opinião, logo que não se insulte a sensibilidade alheia, pode-se falar sobre uma variedade de coisas. No entanto, quase todos os convidados têm filhos e acabam sempre por ser o centro das atenções. O mais difícil é convencermos as crianças a comer o que está na mesa. Eu faço sempre coisas que, nem sempre, agradam aos olhos das crianças, e não só, mas eu gosto sempre de fazer coisas novas e, por vezes, o diferente parece estranho. Mas o bom das diferenças é que também servem de mote de conversa. Eu, por norma, faço sempre uma variedade de comida para todos os gostos, e o resto da refeição não é excepção.
A conversa, essa nunca acaba, mas a refeição continua. Eu tenho sempre duas sopas à escolha, mas a minha favorita é a sopa Minestrone. Tem uma variedade de legumes, e condimentos. É, na minha opinião, a mais italiana das sopas. A sopa Minestrone à Milanesa é a que costumo fazer. É feita só com legumes, mas há muitas variedades, algumas com carne ou massa. A sopa Minestrone é uma sopa para o ano todo. Tem a particularidade de, no Inverno, serve-se quente, e no verão, fria. Pessoa como eu, que só gostam de sopa quando está tempo frio, esta sopa vem mesmo a calhar. Leva um certo tempo para preparar os vegetais, mas vale a pena.
Um legume de grande interesse, mas que muitas pessoas ainda não adquiriram o hábito de usar, é o zucchini ou o courgette, como foi apelidado em França.
Os descobridores Europeus da América, encontraram este vegetal muito estranho e trouxeram-no para o Mediterrâneo e África. Mas o courgette que nós conhecemos hoje foi desenvolvido na Itália.
O courgette pode servir de base para muitos pratos. Aliás, é um vegetal versátil e pode substituir qualquer vegetal em qualquer prato. No entanto deve-se sempre escolher os mais pequenos e finos. Quanto maiores, mais amargos.
A receita que se segue é a minha favorita espero que, quem gosta de cozinha, goste também da minha escolha.


Cozinha Italiana


A receita que se segue requer um esforço redobrado por parte do cozinheiro, neste caso cozinheira. A preparação dos vegetais leva um bocado de tempo, mas acho que vale a pena. Esta sopa é fácil de comer e extremamente leve, apesar da variedade de vegetais e condimentos.

Sopa Minestrone



Ingredientes:

3 Cenouras médias cortadas às rodelas
60ml Aipo cortado às rodelas diagonais
2 Cebolas médias bem picadas
1 Batata grande cortada em cubos
115g Feijão verde cortado aos bocados
2 Zucchini ou Courgette médio cortados em cubos
225g Repolhos tirados
1 Dente de Alho picado
80ml de azeite
45ml manteiga
825ml caldo de carne
375ml água
790g Tomates italianos pelados enlatados
2ml de sal e manjericão
1ml de pimenta e orégãos
1 Folha de louro
450g Feijão roxo enlatado


Numa panela aqueça o azeite e a manteiga em lume médio. Adicione as cebolas para fazer o refogado, mexendo ocasionalmente, deixa cozinhar até alourar, 6 a 8 minutos. Adicione cenouras e batatas, cozinhe por 5 minutos. Adicione o aipo e o feijão verde, cozinhe 5 minutos. Adicione os 2 zucchini (couegette), cozinhe 3 minutos. Adicione o repolho e o alho, cozinhe 1 minuto.
Adicione o caldo de carne, água e o caldo dos tomates aos vegetais. Corte os tomates em bocados pequenos. Adicione ao caldo e vegetais. Misture o sal, pimento e a folha de louro. Deixe ferver, reduza o lume para brando, tape e mexer, ocasionalmente, 1 hora e meia.
Lave o feijão roxo e deixe escorrer bem. Adicione à sopa. Cozinhe sem tampa, em lume médio baixo, até formar um caldo grosso, mais 30 a 40 minutos. Remova a folha de louro.
Serva quente ou fria conforme o gosto

Nota: Depois de colocada no prato, polvilhar com queijo Parmesão, a gosto.





Margarida Rosa Rodrigues Marques